terça-feira, 23 de agosto de 2011
Depois de tudo isso...
Alguém, cujo nome não me recordo agora, disse que a juventude é um tempo maravilhoso na vida, mas que ela deveria vir mais tarde na vida. Assim, pensou o autor, toda a experiência adquirida com os anos de vida nos proporcionaria um melhor usufruto da vida, uma vez que teríamos as energias necessárias para o gozo de todas as possibilidades. É... parece que as coisas estão mesmo fora do lugar.
Uma simples epígrafe = muito que dizer
"You can’t expect what is going to happen. But sometimes the things you didn’t expect are what you really wanted after all. Maybe the best thing to do is stop trying to figure out where you are going and just enjoy where you are at."
Palavras sábias e simples que calaram profundamente em mim. Por quê? Não raro me pego com grandes expectativas, boas e ruins. É sábio continuar fazendo isso? Parece que não. Sinto que não. A experiência diz que não. Lembro-me neste ponto de um provérbio antigo que diz "a expectativa adiada faz adoecer o coração". Melhor então é deixar a vida nos surpreender e fazer nossa parte para que situações ruins evitáveis não nos
apanhem desprevenidos. No mais, viver um dia de cada vez, promovendo sempre o bem-estar próprio e, sempre que possível, o dos outros, em especial os que nos rodeiam.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Primeiras palavras
Na verdade, estas não serão os meus primeiros passos na tentativa de escrever alguma coisa que se leia.
Em tempos de faculdade, não muito tempo atrás, por incentivo de uma incrível mestra de Literatura, andei engatinhando um pouco errante pelos caminhos das letras. O estilo sugerido foi a crônica. Muito divertido de escrever. Desde então, há dias, uns mais, outros menos, em que me pego escrevendo mentalmente uma crônica sobre uma observação, um comentário, uma notícia ou de memórias que vêm à superfície. Creio que não me livrarei mais do desejo de escrever. Para mim, escrever é compartilhar sentimentos, pensamentos, ideias, reflexões. Esta última atividade tem tomado ultimamente mais tempo e energia em mim do que nunca antes. Creio ser sintoma da maturidade de que hoje posso desfrutar. O divisor de águas foi a partida de minha mãe. Após tocar firme nesta realidade, sobre a qual apenas sabia teorizar antes como se fosse especialista na matéria, deu-se uma transformação ou seria melhor dizer uma reavaliação de conceitos? Não sabia de que nada sabia. Hoje, com alguma distância que só o tempo nos confere, sei que aprendi a olhar a vida e os problemas com outros olhos. Por quê? Simplesmente porque a vida é para ser vivida. Sofrer é parte da vida, mas nos impede de viver de verdade. Aprendi então a relativizar. Isso mesmo. E vocês? Já aprenderam essa arte?
Em tempos de faculdade, não muito tempo atrás, por incentivo de uma incrível mestra de Literatura, andei engatinhando um pouco errante pelos caminhos das letras. O estilo sugerido foi a crônica. Muito divertido de escrever. Desde então, há dias, uns mais, outros menos, em que me pego escrevendo mentalmente uma crônica sobre uma observação, um comentário, uma notícia ou de memórias que vêm à superfície. Creio que não me livrarei mais do desejo de escrever. Para mim, escrever é compartilhar sentimentos, pensamentos, ideias, reflexões. Esta última atividade tem tomado ultimamente mais tempo e energia em mim do que nunca antes. Creio ser sintoma da maturidade de que hoje posso desfrutar. O divisor de águas foi a partida de minha mãe. Após tocar firme nesta realidade, sobre a qual apenas sabia teorizar antes como se fosse especialista na matéria, deu-se uma transformação ou seria melhor dizer uma reavaliação de conceitos? Não sabia de que nada sabia. Hoje, com alguma distância que só o tempo nos confere, sei que aprendi a olhar a vida e os problemas com outros olhos. Por quê? Simplesmente porque a vida é para ser vivida. Sofrer é parte da vida, mas nos impede de viver de verdade. Aprendi então a relativizar. Isso mesmo. E vocês? Já aprenderam essa arte?
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